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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Bons hábitos desde a infância precisam-se

Estudo de prevenção cardiovascular do Instituto Ricardo Jorge
Metade dos alunos do secundário já tem factores de risco cardíaco

O estudo, denominado "Coração Jovem", envolveu 854 alunos de 8 escolas secundárias da região de Lisboa (5 públicas e 3 privadas).
Cerca de 35% dos jovens dos 15 aos 18 anos que participaram no estudo tinham dois factores de risco cardiovascular e outros 12% apresentavam três factores. Entre os factores de risco mais comuns estão a obesidade, hipertensão e o tabagismo.

"A grande surpresa foi a prevalência da hipertensão: 11% dos alunos tinham já tensão alta e 28% uma pressão arterial normal-alta, ou seja, pode ser considerada pré-hipertensão. É uma barbaridade", disse, citada pelo jornal “Diário de Notícias”, Mafalda Bourbon, investigadora do Departamento de Promoção da Saúde e Doenças Crónicas do INSA.

O excesso de peso e a obesidade foram outros problemas detectados, afectando 16% dos jovens que participaram no estudo. Além disso, 13% dos alunos fumavam, e destes 8% fumavam todos os dias. Apesar de apenas 0,5% terem diabetes, 1 em cada 10 jovens tinha anomalias do metabolismo. A investigadora salienta ainda a existência de 22% de adolescentes com níveis de colesterol a rondar os limites.


quarta-feira, 30 de junho de 2010

Seis em cada 10 crianças já tiveram experiências negativas na internet

29/06/10, Estudo "Norton Online Family Report"


De acordo com o estudo "Norton Online Family Report", uma em cada 10 crianças já foi alvo de tentativas de estranhos de as conhecerem na vida real, enquanto uma em cada quatro já viu imagens de violência ou nudez na internet. No entanto, menos de metade dos pais tem conhecimento destas experiências negativas dos filhos.

O relatório foi realizado com base num inquérito feito em Fevereiro deste ano em 14 países de todo o mundo, tendo sido questionadas mais de 2.800 crianças e 7 mil adultos em diversos países de todos os continentes, mas que não incluiu Portugal.

A análise determinou também que a maior parte das experiências negativas tem como base tentativas de estranhos de os recrutarem como "amigos" nas redes sociais (41%) e a contaminação dos computadores com vírus recebidos em downloads (33%). Essas experiências negativas têm um “profundo impacto emocional” nos mais jovens, sendo que um quinto das crianças se sente embaraçado e arrependido.

Entrevistado pela agência Lusa, o fundador do projecto MiudosSegurosNa.Net, Tito de Morais, defendeu que prevenir estas situações “é um trabalho de toda a sociedade”, mas que deve começar pelos pais, estando, por exemplo, alerta para pequenos indícios. “Muitas vezes há sinais simples: a frase que ele deixou como pensamento do dia ou a frase que escreveu como mensagem de status no Messenger”, adiantou, lembrando que isso torna ainda possível “ver quem faz parte da rede deles [e] quem são os "amigos"”.

fonte: Lusa

Nunca é demais pensar nestas coisas...

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Em casa de ferreiro... previne-se como nas outras

Por Maria Moreira*



Não sou especialista em prevenção das dependências, mas trabalho com os dados nacionais e internacionais das drogas e das toxicodependências há mais de 15 anos. Ajudo a conceptualizar e acompanho estudos, recolho dados, analiso-os, comparo-os, escrevo relatórios, falo com os meios de comunicação social, e por isso tenho muita dificuldade de explicar aos meus amigos que, no que toca à prevenção dos consumos em minha casa, tenho provavelmente as mesmas dúvidas e os mesmos medos que todos os outros pais de adolescentes. O meu ‘conhecimento baseado em evidências científicas’, ‘as médias’, ‘as tendências’, ‘as prevalências’ e as ‘boas práticas’ de pouco me serviriam se achasse que apenas preciso de informação para preparar o meu filho adolescente para fazer escolhas saudáveis na vida.


Não há dúvida que a informação pode ser uma boa forma de começar uma conversa, a propósito de uma notícia, de qualquer coisa que aconteceu na escola. Porque apesar dos adolescentes ‘saberem tudo’ e nem sempre quererem a nossa opinião, porque ‘no tempo dos pais as coisas eram diferentes’, eles próprios têm a noção, ou a intuição, que nem sempre o ‘tudo que sabem’ está certo. É importante fazermos um esforço para nos mantermos informados e para estarmos particularmente atentos às afirmações que são, na realidade, perguntas:

Exemplo de afirmação/pergunta: ‘Mas se os jornais estão sempre a dizer que o consumo da droga aumentou é porque é normal consumir.’

Exemplo de resposta/início de conversa: ‘Normal? Se leres com atenção para lá do título vês que a maioria dos jovens da tua idade nunca sequer experimentou drogas.’

Exemplo de afirmação/pergunta: ‘Pois, mas as drogas novas não causam dependência.’

Exemplo de resposta/início de conversa: ‘E o risco de dependência é o único risco de uma droga? Quando se compra um comprimido a alguém, como é que sabes se o comprimido tem o que dizem que tem? E que outras substâncias poderá ter? E as pessoas ficarem expostas ao perigo de reacções adversas, de relações sexuais desprotegidas, de acidentes rodoviários, não são riscos tão importantes como o risco de causar dependência?’.

Exemplo de afirmação/pergunta: ‘Mas se consumir até já nem é ilegal.’

Exemplo de resposta/início de conversa: ‘Não é um crime mas continua a ser ilegal. Se alguém for apanhado com droga é identificado pela polícia e tem de se apresentar a uma Comissão especial que o avalia. Fica com o nome registado numa base de dados e a Comissão pode decidir aplicar multas ou castigos, como, por exemplo, um certo número de horas de trabalho comunitário.’

É claro que às vezes o que apetece mesmo é dizer que as ‘drogas são más porque sim’, mas é importante reconhecer que os discursos desse tipo não pegam com os nossos filhos e, se cairmos na tentação de os utilizar, podemos correr o risco de destruir a nossa própria credibilidade como fontes de informação dos nossos filhos.

Quando abordo este e outros assuntos sensíveis com o meu filho, faço questão de repetir para mim própria algumas evidências que me ajudam a encontrar com mais facilidade o tom da conversa: 1) que ele não é parvo; 2) que tem acesso fácil e imediato à informação e à desinformação (e que nem sempre é fácil distinguir entre as duas); 3) que ele só me conta o que quer (como eu aliás fazia quando tinha a idade dele) e 4) que, faça eu o que fizer, a decisão final pertence-lhe.


O que torna tudo mais difícil é que o verdadeiro trabalho de prevenção não é este. E quanto a isso, deixem-me partilhar a reacção de um colega, já há alguns anos, quando, em conversa acerca dos nossos filhos e das formas como eles tentam negociar a sua autonomia, exclamou.

‘O teu filho tem 14 anos? Então deixa-te de coisas! Ou já fizeste o que tinhas a fazer ou não é agora que vais começar.’

Amarga lembrança de que não é quando chega a adolescência que o nosso trabalho de prevenção começa.
O nosso contributo para a prevenção das dependências (e, sem pretender passar por perita na matéria, suspeito que o da maioria dos problemas relacionados com os comportamentos e os estilos de vida) começa no berço. Educar no princípio do respeito: respeito pelo corpo, por si próprio e pelos outros. Educar para os ajudar a assumir as responsabilidades das suas decisões. Educar na alegria de uma vida vivida de forma saudável, de corpo e mente.

E depois?
Depois é abrir o abraço e deixá-los ir. Porque a vida é deles, e as escolhas também.

* Maria Moreira é mãe, gestora de informação e sonhadora inveterada.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Contracepção, consulta de ginecologia e adolescentes...Qual é a altura certa?

Por Filomena Sousa*

Ser médica-ginecologista e lidar com as filhas dos outros é quase sempre fácil, basta aplicar os conhecimentos teóricos e algum jeito para falar com adolescentes. Mas ser mãe e lidar com a própria filha adolescente é completamente diferente…

É como ginecologista-mãe de uma adolescente que vou tentar expor o meu ponto de vista:

Os adolescentes em geral gostam de ser ouvidos com atenção e detestam o chamado “sermão”. Claro que às vezes faz falta um sermão, mas também temos que lhes dar ouvidos e tentar ver as coisas pelos olhos deles, para melhor os compreendermos.

Cada família tem valores que deve transmitir aos filhos, para que eles os utilizem como entenderem. Não podemos mandar na cabeça deles mas podemos dar-lhes uma orientação.

Depois é necessário ficar atento para ir percebendo o que pode estar a acontecer, sem invadir a privacidade dos filhos.

O “boletim de saúde infantil e juvenil” (aquele livrinho cor-de-rosa que nos deram na maternidade há 14 ou 15 anos), tem algumas orientações que considero úteis.

Cada adolescente amadurece ao seu ritmo e não se pode dizer qual é a altura certa para falar de contracepção ou para levar a filha a uma consulta de ginecologia.

A maioria das adolescentes sabe perfeitamente como é que se engravida (daahh!)… e que ao ter relações sexuais pode ficar grávida ou apanhar uma doença… e que existem métodos para evitar estas consequências… E portanto não me parece que seja preciso “ensinar a missa ao padre”…

O que acho importante é partir do princípio que já sabem estas coisas e orientá-las pela positiva, para que utilizem os conhecimentos quando chegar a altura. Podemos pegar no exemplo de uma adolescente da telenovela ou de uma colega da escola que tenha ficado grávida e transmitir a convicção (mesmo que tenhamos sérias dúvidas…) de que acreditamos que a adolescente que temos à frente vai ser capaz de só ter relações sexuais se estiver preparada para o fazer e de se proteger, se for caso disso. É mais provável que se proteja se souber que estamos à espera que o faça do que se constantemente ouvir dizer: “Agora vê lá o que é que vais fazer, irresponsável como és, é bem possível que não tomes a pílula correctamente, nem uses preservativo…”.

O ser humano tem tendência a tentar corresponder às expectativas dos outros, por isso é bom que as filhas percebam que esperamos que sejam responsáveis e tomem a atitude certa.

Se os pais não se sentirem à vontade para falar sobre este tema, podem sempre comprar lá para casa uns livros sobre Educação Sexual para adolescentes. “Como quem não quer a coisa”, se a adolescente tiver curiosidade, vai acabar por folhear o livro ou até ler as partes que lhe interessam.

Se a adolescente referir queixas do foro ginecológico, ou os pais se aperceberem de que algo não está bem, então talvez seja prudente marcar uma consulta no Centro de Saúde ou mesmo no ginecologista.

É frequente as menstruações serem irregulares ou acompanhadas de dores abdominais, e na maior parte dos casos, isso não significa que se passa algo de grave. No entanto, algumas adolescentes já sabem que a pílula, além de ser contraceptiva, também alivia a dor menstrual e regulariza os ciclos, e alegam um motivo mais aceitável pelos pais para pedir uma consulta e eventualmente começar a tomar a pílula. Neste caso, os pais devem providenciar uma consulta para a filha e admitir que já não devem assistir a essa consulta, pelo menos na totalidade. Se a filha sair da consulta com uma receita de pílula isso também não significa que já tenha iniciado a vida sexual, nem que a vá iniciar em breve, e devemos respeitar a sua intimidade.

No caso de a adolescente ter necessidades especiais, por ter problemas de saúde, físicos ou psicológicos, então talvez devam ser os pais, ou os educadores, a tomar a iniciativa de ouvir a opinião de um especialista.

Se a adolescente não referir queixas e existir uma boa comunicação com os pais, não me parece obrigatório a jovem ser observada do ponto de vista ginecológico a partir de determinada idade, mas sim aquando do início da vida sexual.

Claro que não é fácil perceber se está na altura de levar a filha adolescente ao médico de família ou ao ginecologista, mas uma boa dose de afecto e compreensão podem ajudar a manter a comunicação e assim talvez consigamos espreitar pela janela do mundo da nossa filha, mesmo não podendo ficar à espera que ela nos abra a porta e nos convide a entrar… (com muita pena nossa, não é?).

*Filomena Sousa é médica, especialista em ginecologia/obstetrícia, trabalha em exclusividade no Hospital D.Estefânia onde se dedica à área da ginecologia da adolescência e do planeamento familiar.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Momento nostálgico à beira do fim de semana

Ou.. "no nosso tempo era tudo tão mais inocente".

Ou ainda... "idades parvas haverá em em todas as gerações"

Ou mesmo... "adolescentes, não vale a pena gastarem muitas energias a criticar os vossos pais e outros adultos em geral. Quando derem por isso, passaram 20 anos a correr e estão a dizer no meu tempo, e a suspirar e a abanar a cabeça"

Crescer toca a todos. Ai é, é.  

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Pensa antes de publicar




A facilidade da transmissão de informação na Internet faz esquecer que, a partir do momento em que publicamos algo online, essa informação deixa de ser nossa e passa a ser do mundo. Pode inclusivamente ser usada contra nós.

E quantos se lembram que, quando enviamos uma foto a alguém ou a colocamos online, nunca mais voltamos a ter controlo sobre a utilização que poderá ser feita daquela nossa imagem?

"Think before you post" foi o tema do última dia internacional para uma Internet mais segura, que se assinalou no passado dia 9 de Fevereiro:



Mais informação aqui:

Insafe: rede europeia de centros para uma Internet mais segura

Stop Cyberbullying

E em português:

Miúdos Seguros na Net


... O que pensam sobre tudo isto?

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A prevenção da gravidez na adolescência

Por Filomena Sousa*

Muito se fala da prevenção da gravidez na adolescência e muito se tem feito, mas por vezes parece que os esforços vão todos no sentido de uma maior divulgação e acessibilidade aos métodos contraceptivos.


Na minha opinião, estas iniciativas são úteis mas são a última etapa na prevenção da gravidez na adolescência, porque antes de iniciarem a vida sexual precocemente, muitas adolescentes já tiveram falta de afecto em famílias desmembradas, ocupação pouco saudável dos tempos livres, insucesso escolar e baixa auto-estima.

Uma adolescente que se sente acarinhada no seio de uma família, tradicional ou não,

uma adolescente a quem são incutidos hábitos de vida saudáveis, incluindo a prática de actividades extra-curriculares como o desporto ou a música,

uma adolescente de quem é esperado sucesso escolar e estimulada a construção de um projecto de vida,

dificilmente sente necessidade de se envolver em comportamentos de risco ou de iniciar a vida sexual.

Claro que, ao entrar na adolescência, a sexualidade desponta e leva a procurar contactos íntimos e novas sensações, que os adolescentes podem e até devem experimentar, mas sempre com responsabilidade e noção dos limites que querem, ou não, ultrapassar.

Tenho vigiado muitas grávidas adolescentes e não encontro mais riscos para a saúde física da mãe e/ou do feto, desde que a gravidez seja assumida, vigiada e apoiada pela família. Parece que a natureza nos preparou para ter filhos novas, mas a sociedade nos exige que os tenhamos mais “velhas”.

Partindo do princípio que vivemos numa sociedade que pede cada vez maior diferenciação profissional para se poder ter alguma estabilidade económica, de modo a criar os filhos sem ter que pedir ajuda, não há dúvida que na adolescência não estão reunidas todas as condições para ter um filho. Então há que prevenir, mas não basta investir na educação sexual nas escolas e na distribuição gratuita dos métodos contraceptivos. A prevenção da gravidez na adolescência tem que começar muito antes… ainda na infância.

*Filomena Sousa é médica, especialista em ginecologia/obstetrícia, trabalha em exclusividade no Hospital D.Estefânia onde se dedica à área da ginecologia da adolescência e do planeamento familiar.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Dez boas notícias... difíceis de encontrar

*Por Maria Moreira

“Ó mãe, mas acha mesmo que não sabemos fazer nada bem?” – desabafava o meu filho de 16 anos há uns dias, no meio de uma negociação sobre horas de chegar a casa depois de uma saída à noite, misturada com conselhos de segurança e alertas sobre consumos de álcool e drogas.

Fiquei a pensar no que ele disse. Quando trabalhamos mais com os números do que com as pessoas, como é o meu caso, tendemos a pintar um quadro negro da realidade. As minorias facilmente se transformam em maiorias e as estatísticas parecem ter uma tendência intrínseca para compensar qualquer notícia positiva com um alerta ainda mais negativo. Preocupamo-nos com os nossos filhos e preocupamo-nos pelos nossos filhos.

Até porque nos lembramos que quando tínhamos a idade deles acreditávamos mesmo que não havia nada de mal que nos pudesse acontecer…

E mesmo que tenhamos a melhor opinião possível acerca dos jovens, a verdade é que quando falamos com eles tantas vezes acentuamos o pior em vez do melhor.

Porque fiquei a pensar no que o meu filho me disse, tentei encontrar 10 notícias positivas e relativamente recentes sobre jovens em Portugal, através de uma pesquisa na Internet.


Pensei que seria fácil. Tenho tido o privilégio de acompanhar nos meus tempos livres, crianças e jovens entre os 6 e os 20 anos e conheço bem a sua dedicação, generosidade, energia e capacidade de mobilização.

Enganei-me. Como li num dos sites que visitei “Os jovens não são invisíveis na comunicação social, mas a maior parte das notícias sobre os mais novos são negativas”. E esta imagem dos jovens que assim nos chega frequentemente com certeza contribui para o pessimismo com que às vezes os olhamos mas também, o que é muito mais importante, para a imagem que eles próprios têm deles.


De qualquer forma, com mais esforço do que imaginara, encontrei as minhas 10 notícias. Não segui nenhum critério de pesquisa especial. São todas notícias de 2009 ou 2010, sobre jovens portugueses entre os 12 e os 20 e poucos anos e sobre temas tão diferentes como desporto, ciência, solidariedade e empreendedorismo.

Aqui ficam, com os respectivos links para onde estão publicadas, e como resposta ao meu filho e a todos os jovens que fazem tantas coisas tão bem:



1. Jovens ajudam países pobres

2. Alunos da Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa apoiam a Associação Nacional de Futebol de Rua

3. Jovens ajudam bombeiros de Mangualde

4. Quatro estudantes portugueses de Medicina ajudam sobreviventes

5. Jovem covilhanense no Campeonato do Mundo de esqui alpino

6. Alunos criam marca de roupa

7. Jovens portugueses entre os mais interessados em notícias de ciência

8. Jovem esquiadora caldense em grande plano

9. Olimpíadas Ibero-Americanas de Matemática - equipa conquista duas medalhas de prata, uma de bronze e uma menção honrosa

10. Jovem Realizador de Carnaxide conquista prémio de animação



*Maria Moreira é mãe, gestora de informação e sonhadora inveterada